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Enquanto o esporte brasileiro busca expansão social e formação de atletas, a proposta de reforma tributária avança no Congresso e, consequentemente, gera preocupação direta em Uberaba, já que projetos esportivos locais dependem de incentivos vinculados ao ICMS para manter atividades contínuas.
Além disso, o debate ganhou força durante audiência pública na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, onde dirigentes e representantes esportivos analisaram possíveis impactos financeiros sobre clubes, escolinhas e iniciativas sociais.
Com a unificação tributária e a retirada gradual do ICMS até 2033, empresas podem deixar de direcionar parte dos impostos para o esporte, o que, portanto, ameaça diretamente programas sustentados pela Lei Estadual de Incentivo ao Esporte.
Em Uberaba, o cenário envolve 13 projetos aprovados, milhares de beneficiários e potencial de captação superior a R$ 4,8 milhões, números que evidenciam a relevância social e esportiva dessas ações. Assim, gestores defendem alternativas como fundos estaduais e ajustes constitucionais, pois o objetivo é preservar inclusão, formação e rendimento esportivo mesmo diante do novo modelo fiscal.






