Arte de Capa: FMF/Divulgação
Disputar o Campeonato Mineiro Módulo 2 exige muito mais do que montar um elenco competitivo. Além da busca pelos resultados dentro de campo, os 12 clubes participantes da fase de classificação precisaram lidar com uma estrutura operacional de alto custo. Dessa forma, as despesas acumuladas ao longo das 10 rodadas reforçam o peso financeiro da competição, principalmente para equipes que dependem de receitas limitadas.
Conforme levantamento divulgado pela página especializada Mineiro Módulo 2 no Instagram, os investimentos necessários envolveram viagens, hospedagem, alimentação, transporte, arbitragem, logística, segurança, serviços médicos, manutenção dos estádios, folha salarial, treinamentos e demais custos administrativos. Além disso, muitos clubes ainda enfrentaram gastos extras com deslocamentos de longa distância, o que aumentou significativamente o orçamento destinado à competição.
Por outro lado, mesmo com despesas elevadas, os participantes buscaram manter a competitividade durante toda a fase classificatória. Enquanto alguns clubes conseguiram equilibrar as contas com apoio de patrocinadores, parceiros e da torcida, outros precisaram administrar recursos mais limitados para cumprir o calendário. Assim, o cenário evidencia que disputar o acesso à elite do futebol mineiro exige planejamento financeiro eficiente e gestão responsável.
Além do aspecto esportivo, o levantamento também chama a atenção para a realidade econômica vivida pelas equipes do interior de Minas Gerais. Afinal, embora a competição ofereça visibilidade e a possibilidade de acesso ao Módulo I, os investimentos necessários continuam elevados. Portanto, controlar despesas e ampliar receitas tornou-se uma estratégia indispensável para manter a sustentabilidade dos clubes durante toda a temporada.
A página mineiromodulo2 no Instagram, publicou relação das despesas de todos os 12 clubes participantes da Fase de Classifiação do Campeonato Mineiro Módulo 2, confira:

Arte: @mineiromodulo2





