25 equipes tradicionais não terão agenda internacional em 2026 – Arte de Capa: @revistaseriez/revistaseriez.org
Com a definição das vagas brasileiras para a Libertadores e a Copa Sul-Americana de 2026, o futebol continental já projeta um cenário de elite e exclusão. Enquanto os clubes do Brasil, novamente, ocupam espaço dominante nas duas competições da Conmebol, ao mesmo tempo 25 equipes da América do Sul ficam oficialmente fora do calendário internacional na próxima temporada.
Nesse contexto, os representantes brasileiros confirmados na Libertadores 2026 chegam credenciados por campanhas consistentes no Campeonato Brasileiro e em torneios continentais recentes. Além disso, os clubes classificados para a Sul-Americana reforçam a profundidade técnica do futebol nacional, pois mantêm elencos competitivos, estruturas financeiras sólidas e calendário internacional frequente. Assim, o Brasil amplia sua força política, esportiva e comercial dentro da Conmebol.
Enquanto isso, a realidade é dura para boa parte do continente. Equipes tradicionais de países como Argentina, Uruguai, Chile, Colômbia, Equador, Peru, Bolívia, Paraguai e Venezuela não alcançaram classificação e, consequentemente, ficarão restritas às competições nacionais em 2026. Dessa forma, além do impacto esportivo, esses clubes sofrem perdas financeiras, menor visibilidade internacional e redução no intercâmbio técnico.
Portanto, o cenário reforça um movimento claro: o futebol sul-americano vive concentração competitiva. Embora o Brasil aproveite o momento de estabilidade e crescimento, a disparidade aumenta. Em síntese, Libertadores e Sul-Americana de 2026 começam antes mesmo do apito inicial, pois os classificados celebram protagonismo, enquanto 25 clubes já lidam com um ano sem fronteiras internacionais.






