Na última movimentação interna do Cruzeiro, funcionários do clube apagaram o grafite que retratava o atacante Gabigol no muro da Toca da Raposa I, em Belo Horizonte e, assim, o fato rapidamente ganhou destaque entre torcedores e analistas esportivos.
O centro de treinamento, que abriga as categorias de base e o futebol feminino, havia recebido a arte logo após a contratação do atacante e, portanto, o desenho simbolizava expectativa e entusiasmo naquele momento.
Entretanto, após a eliminação do Cruzeiro na Copa do Brasil pelo o Corinthians, na noite deste domingo dia 14 de dezembro, o grafite foi pintado com tinta amarela e dizeres contra o atacante.
Com aintervenção no local, a diretoria decidiu mandar pintar o muro na tradicional cor azul do clube e, dessa forma, a decisão chamou atenção por ocorrer em um espaço de formação e identidade esportiva. Além disso, a ação foi executada por funcionários do próprio Cruzeiro, o que reforçou o caráter institucional da escolha e, consequentemente, alimentou debates sobre imagem, comunicação e simbolismo dentro do futebol profissional. De acordo com a diretoria, não era intenção apagar a imágem do atacante no muro.
Enquanto isso, o episódio movimenta discussões nos bastidores do esporte mineiro e, ao mesmo tempo, mostra como elementos visuais, mesmo fora das quatro linhas, influenciam o ambiente esportivo e a relação entre clube, atletas e torcida.





